Meus votos de casamento à minha amada esposa Evelyn Castor.
Hoje é o nosso dia, melhor, hoje é o dia que Deus determinou ser glorificado através
da nossa união. É a concretização de uma parábola que tem como propósito mostrar a
sociedade uma história ainda mais gloriosa, o casamento de Cristo com a igreja. E o
principal critério pelo qual eu decidi casar com você tem tudo a ver com essa história. A
razão era simples: eu percebi que você ama mais a outro homem do que a mim mesmo.
Essa declaração pode parecer escandalosa para muitas pessoas que não entendem que o
casamento entre um homem e uma mulher deve ser um reflexo entre Cristo e a igreja.
Você tem demonstrado até aqui que o seu amor maior é pelo Homem pendurado no
madeiro, sem beleza e formosura, o Cristo morto e crucificado sob o poder de Pôncio
Pilatos, que ao terceiro dia ressuscitou, subiu ao céu e hoje está assentado à destra de
Deus Pai. É esse amor por Cristo que fará de você uma mulher submissa, uma ajudadora
idônea que irá ajudar-me nessa missão, que é glorificar a Deus através do meu amor
sacrificial, te amando assim como Cristo amou a igreja e por ela se entregou a morte, e
morte de cruz.
Na história maior, isto é, de Cristo e a igreja, foi um Noivo sem mácula dizendo
sim para uma noiva pecadora que iria traí-Lo todos os dias. Na nossa história são dois
pecadores dizendo sim! Isso significa que haverá momentos que quando estivermos perto
um do outro iremos querer estar longe; quando longe, iremos querer estar perto.
Chesterton, ao falar sobre a superstição do divórcio, disse: “A finalidade do casamento é
lutar e sobreviver ao instante em que a incompatibilidade se torna inquestionável”. Que
nos momentos de crises existenciais possamos ser como o Noivo da história maior,
dispostos a perdoar as mazelas um do outro, não como a igreja, a noiva de Cristo, cheia
de orgulho e vaidade. Que não nos falte amor em meio as incompatibilidades
irreconciliáveis. É a paixão amorosa que primeiro nos moveu a jurar nessa noite
fidelidade recíproca, mas somente o amor, primeiro por Cristo, que nos ajudará a cumprir
esse juramento.
A partir de hoje iremos nos tornar um único organismo, como o violino e o arco
que formam um único instrumento musical, seremos uma só carne, refletindo a história
maior da união mística de Cristo com a igreja.
Os pronomes “meu” e “teu” darão lugar ao “nosso”. Martinho Lutero foi preciso ao
dizer que: “entre marido e mulher não deve haver questões quanto ao ‘meu’ e ‘teu’. Todas
as coisas devem ser comuns entre eles, sem qualquer distinção ou meio de distingui-las”.
“O divórcio começa com universos divorciados. Com vidas divorciadas. Com objetos
divorciados” (Pr. Jackson Jacques), quando o “meu” e “teu” usurpam o lugar do “nosso”.
Ser uma só carne está além de compartilharmos nossas experiências e objetos, é chorar
quando o outro chora; é ter a sensação de automutilação quando com palavras e atitudes
ferimos um ao outro. Que nesses momentos difíceis não nos esqueçamos das palavras de
Cristo: “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19.6). Que possamos correr
para manjedoura, para os braços do menino Jesus, todas as vezes que as nossas
incompatibilidades, como leões famintos, saturarem nossa relação ao ponto de acharmos
que a melhor solução é o divórcio. Que nesses momentos creiamos no poder da
ressureição – Deus pode trazer vida a casamentos que estão mortos, assim como nos deu
vida em Cristo quando estávamos mortos em nossos pecados e delitos.
A história maior é eterna, essa é transitória, mas a sua transitoriedade só pode ser
encerrada com a morte. O imperfeito dará lugar ao que é perfeito. Mas até que isso
aconteça, que não nos falte amor e companheirismo. Se Cristo até lá não voltar, quero
envelhecer ao seu lado tendo a certeza de que a nossa história foi um reflexo para o mundo
do amor de Cristo para igreja.
Que Cristo nos ajude! Te amo.
Hoje é o nosso dia, melhor, hoje é o dia que Deus determinou ser glorificado através
da nossa união. É a concretização de uma parábola que tem como propósito mostrar a
sociedade uma história ainda mais gloriosa, o casamento de Cristo com a igreja. E o
principal critério pelo qual eu decidi casar com você tem tudo a ver com essa história. A
razão era simples: eu percebi que você ama mais a outro homem do que a mim mesmo.
Essa declaração pode parecer escandalosa para muitas pessoas que não entendem que o
casamento entre um homem e uma mulher deve ser um reflexo entre Cristo e a igreja.
Você tem demonstrado até aqui que o seu amor maior é pelo Homem pendurado no
madeiro, sem beleza e formosura, o Cristo morto e crucificado sob o poder de Pôncio
Pilatos, que ao terceiro dia ressuscitou, subiu ao céu e hoje está assentado à destra de
Deus Pai. É esse amor por Cristo que fará de você uma mulher submissa, uma ajudadora
idônea que irá ajudar-me nessa missão, que é glorificar a Deus através do meu amor
sacrificial, te amando assim como Cristo amou a igreja e por ela se entregou a morte, e
morte de cruz.
Na história maior, isto é, de Cristo e a igreja, foi um Noivo sem mácula dizendo
sim para uma noiva pecadora que iria traí-Lo todos os dias. Na nossa história são dois
pecadores dizendo sim! Isso significa que haverá momentos que quando estivermos perto
um do outro iremos querer estar longe; quando longe, iremos querer estar perto.
Chesterton, ao falar sobre a superstição do divórcio, disse: “A finalidade do casamento é
lutar e sobreviver ao instante em que a incompatibilidade se torna inquestionável”. Que
nos momentos de crises existenciais possamos ser como o Noivo da história maior,
dispostos a perdoar as mazelas um do outro, não como a igreja, a noiva de Cristo, cheia
de orgulho e vaidade. Que não nos falte amor em meio as incompatibilidades
irreconciliáveis. É a paixão amorosa que primeiro nos moveu a jurar nessa noite
fidelidade recíproca, mas somente o amor, primeiro por Cristo, que nos ajudará a cumprir
esse juramento.
A partir de hoje iremos nos tornar um único organismo, como o violino e o arco
que formam um único instrumento musical, seremos uma só carne, refletindo a história
maior da união mística de Cristo com a igreja.
Os pronomes “meu” e “teu” darão lugar ao “nosso”. Martinho Lutero foi preciso ao
dizer que: “entre marido e mulher não deve haver questões quanto ao ‘meu’ e ‘teu’. Todas
as coisas devem ser comuns entre eles, sem qualquer distinção ou meio de distingui-las”.
“O divórcio começa com universos divorciados. Com vidas divorciadas. Com objetos
divorciados” (Pr. Jackson Jacques), quando o “meu” e “teu” usurpam o lugar do “nosso”.
Ser uma só carne está além de compartilharmos nossas experiências e objetos, é chorar
quando o outro chora; é ter a sensação de automutilação quando com palavras e atitudes
ferimos um ao outro. Que nesses momentos difíceis não nos esqueçamos das palavras de
Cristo: “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19.6). Que possamos correr
para manjedoura, para os braços do menino Jesus, todas as vezes que as nossas
incompatibilidades, como leões famintos, saturarem nossa relação ao ponto de acharmos
que a melhor solução é o divórcio. Que nesses momentos creiamos no poder da
ressureição – Deus pode trazer vida a casamentos que estão mortos, assim como nos deu
vida em Cristo quando estávamos mortos em nossos pecados e delitos.
A história maior é eterna, essa é transitória, mas a sua transitoriedade só pode ser
encerrada com a morte. O imperfeito dará lugar ao que é perfeito. Mas até que isso
aconteça, que não nos falte amor e companheirismo. Se Cristo até lá não voltar, quero
envelhecer ao seu lado tendo a certeza de que a nossa história foi um reflexo para o mundo
do amor de Cristo para igreja.
Que Cristo nos ajude! Te amo.

Felicidades
ResponderExcluirObrigado!
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